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PERGUNTAS RECENTES DE UM LEITOR EUROPEU DO LIVRO “A ARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO”:

LEITOR: Tenho mais uma pergunta Luciano, o que você acha dos games? Toda a cultura do jogo está crescendo e está totalmente na moda ser um jogador hoje em dia. Eu também gosto de jogos, mas também é possível criar uma experiência sinestésica jogando jogos de computador ou outros jogos como Gô (Xadrez Chinês), Xadrez ou outros? Posso imaginar que na vida real isso faça mais sentido, já que você pode entrar em contato com um oponente contra o qual joga ou usar sentidos como o toque quando joga em um tabuleiro de madeira, etc.
Acho que todo o conceito de “ganhar” em um jogo pode ser produto do censor (ego) novamente tentando se sustentar nesse assunto também. Se você comparar jogos em comunidades tribais, eles têm muitos jogos (pelo menos pelo que eu sei do povo Mani na Tailândia), mas eles não conhecem o conceito de vencedores / perdedores.

PROF. IMOTO: Mesmo o ato de segurar um smartphone, digitar em seu teclado virtual, ver os pixels formando cores e palavras e criando a ilusão de movimento, cada experiência sensorial desse simples gesto vital é pura sinestesia!
Mesmo os povos originais têm um ego. O que difere é a cultura animista que compartilham (a da civilização de hoje é antropocêntrica). A questão de ganhar ou perder não importa se o objetivo é adquirir habilidades práticas. Eu, por exemplo, não jogo videogame porque não vejo praticidade para tal investir em tal “treinamento”. Por outro lado, esporadicamente jogo Xadrez e Gô como forma de diversão e para exercitar a memória sem muita pretensão de me tornar um jogador superior. O mesmo se aplica ao Tai Chi contemplativo.
“Homo Ludens” de Johan Huizinga pode ser útil aqui.

LEITOR: Interessante, sim, eu gosto de Póquer ou “Magic: The Gathering”, pois também gosto de jogos de cartas. Além disso, Xadrez e Gô são ótimos jogos de que posso desfrutar.
Sim, comprei aquele livro “Homo Ludens”.
Na verdade, alguns dos livros que você mencionou no final do seu estão na minha lista para ler também. Talvez eu entenda outras coisas melhor então.

PROF. IMOTO: A inteligência nativa de Huizinga, no seu máximo!
De todos os livros que me influenciaram e me ajudaram a sintetizar A Arte Sinestésica da Contemplação, “Homo Ludens” foi crucial. Não que fosse o mais importante (neste caso, o de Julian Jaynes é insuperável), mas porque revelava a inteligência nativa antes do surgimento do ego. Brincar é a primeira forma de controlar os instintos animais.
Mas o ego se apropriou até do ato natural de brincar, criando competições e hierarquias artificiais e prometendo lucros e sucessos …
Outro exemplo dessa deturpação: o Crossfit.
Esse movimento se apropriou do treinamento funcional que se tornou “disfuncional”. Recentemente, aqui no Brasil, uma praticante de Crossfit tentando fazer o exercício “Pistol” em uma daquelas caixas de madeira, caiu e sofreu uma lesão na medula espinhal. E ela, uma mulher forte de 48 anos, morreu de complicações após a cirurgia …
Ao transformarem o treinamento de agilidade e força em competição esportiva e de exibicionismo, ficou evidente o papel deletério do ego, poluindo até atividades físicas úteis.

LEITOR: Oh sim, posso imaginar isso. O pensamento competitivo está em muitas coisas hoje em dia.

PROF. IMOTO: E Xadrez e Gô, excelentes disciplinas para o cérebro e seus processos cognitivos, quando transformadas em esportes competitivos, causavam muitos problemas mentais na maioria de seus praticantes (Bobby Fisher era apenas o mais famoso deles).
Como disse, no reino dos esportes de elite, o Superego reina.
É por isso que tanta atração pelos esportes radicais. Essas atividades nutrem o ego.
Agora, ouse mencionar algo que enfraquece o ego, e você verá que o mais corajoso dos escaladores livres recuará e estremecerá.
Esta é a diferença entre coragem intelectual e coragem condicionada por treinamento. A princípio, mesmo quando se trata de hipóteses, um homem ou mulher com honestidade intelectual ousará experimentar e verificar por si mesmo a validade de tal teoria. Com o segundo, um homem ou mulher fará proezas físicas e mentais com treinamento adequado e talento natural, mas nunca ousará dar um passo além do ego que está alimentando em cada sessão de treinamento. Bruce Lee foi um trágico exemplo deste último tipo.

LEITOR: Sim, acho que ele era uma pessoa muito interessante.

PROF. IMOTO: Sim, ele também era seguidor de Jiddu Krishnamurti.

LEITOR: Oh, interessante tantos intelectuais também ouviam JK.

PROF. IMOTO: Logo, o “JKD” dele (“Jiddu Krishnamurti Do” – trocadilho com “Jeet Kune Do” criado pelo Sr. Lee).
Piadas à parte, é incrível o quanto o ego pode arriscar o corpo para se satisfazer, mas quase totalmente incapaz de se arriscar para salvar o corpo.
VÍDEO COM COMPILAÇÃO DE ACIDENTES MORTAIS DE SKYDIVING
U.G. estava certo a este respeito. Mas o que ninguém questiona foi sua rápida deterioração física nos últimos anos. E porque ele optou pelo Prayopavesa, o suicídio por jejum permitido no hinduísmo.

LEITOR: Ele foi muito longe, mas ainda assim falhou …

PROF. IMOTO: Conheço pessoas comuns com mais de 90 anos, extremamente lúcidas e funcionais, que ainda dirigem e têm uma vida social, intelectual e sexual ativa.

LEITOR: Isso é impressionante!

PROF. IMOTO: E eles são fumantes.

LEITOR: Sim, engraçado que o povo Mani na Tailândia também fuma. A tribo inteira e eles começam em uma idade jovem, como crianças. Sem câncer de pulmão ou outras doenças, isso é ótimo, ha-ha!

PROF. IMOTO: Sobre o tema sexual, só o ego impede orgasmos múltiplos nos homens (daí as técnicas do Tantra para sufocar o ego na hora do orgasmo e facilitar esse fenômeno que compartilhamos com as mulheres). Quanto aos fumantes asiáticos, eles têm mais alvéolos pulmonares do que os ocidentais. É uma vantagem física, da mesma forma que a maioria dos homens e mulheres negros geralmente têm fibras musculares mais explosivas.

LEITOR: Que engraçado, não sabia disso!

PROF. IMOTO: Imagine um orgasmo feminino sem o ego …
De qualquer forma, mais trágico do que uma vida curta, é uma vida longa sem as experiências sinestésicas contemplativas que podemos ter de segundo em segundo.

LEITOR: Sim.

 

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PREGUNTAS RECIENTES DE UN LECTOR EUROPEO DEL LIBRO “EL ARTE SINESTÉSICO DE LA CONTEMPLACIÓN”:

LECTOR: Tengo una pregunta más Luciano, ¿qué opinas de los juegos? Toda la cultura del juego está creciendo y hoy en día está totalmente de moda ser jugador. También me gustan los juegos, pero ¿también es posible crear una experiencia sinestésica jugando juegos de computadora u otros juegos como Gô (Ajedrez chino), Ajedrez u otros? Puedo imaginar que en la vida real esto tiene más sentido, ya que puedes ponerte en contacto con un oponente contra el que juegas o usar los sentidos como el tacto cuando juegas en una tabla de madera, etc.

Creo que todo el concepto de “ganar” en un juego puede ser producto de la censura que intenta nuevamente ganarse la vida con ese tema. Si comparas juegos en comunidades tribales, tienen muchos juegos (al menos que yo sepa de la gente de Mani en Tailandia), pero no conocen el concepto de ganadores / perdedores.

 

PROFE. IMOTO: Incluso el acto de sostener un teléfono inteligente, escribir en su teclado virtual, ver los píxeles formando colores y palabras y creando la ilusión de movimiento, ¡cada experiencia sensorial de este simple gesto vital es pura sinestesia!

Incluso la gente original tiene ego. Lo que se diferencia es la cultura animista que comparten (la de la civilización actual es antropocéntrica). La cuestión de ganar o perder no importa si el objetivo es adquirir habilidades prácticas. Yo, por ejemplo, no juego videojuegos porque no veo practicidad para tal “entrenamiento”. Por otro lado, juego Chess and Go como una forma de diversión y para ejercitar mi memoria sin muchas pretensiones de convertirme en un jugador superior. Lo mismo se aplica al Tai Chi contemplativo.

“Homo Ludens” de Johan Huizinga puede ser útil aquí.

 

LECTOR: Interesante, sí, me gustan los juegos de cartas como el póquer o “Magic: The Gathering”, porque también me gustan los juegos de cartas. Además, Chess and Go son juegos geniales que puedo disfrutar.

Sí, compré ese libro “Homo Ludens”.

De hecho, algunos de los libros que mencionaste al final del tuyo también están en mi lista para leer. Quizás entonces entienda mejor otras cosas.

 

PROFE. IMOTO: ¡La inteligencia nativa de Huizinga, como mucho!

De todos los libros que me influyeron y me ayudaron a sintetizar El Arte Sinestésico de la Contemplación, “Homo Ludens” fue crucial. No porque fuera el más importante (en este caso, el de Julian Jaynes es insuperable), sino porque reveló la inteligencia nativa antes de la aparición del ego. Jugar es la primera forma de controlar los instintos animales.

Pero incluso el acto humano de jugar al ego se ha apropiado, creando competencias y jerarquías artificiales y prometiendo ganancias y éxitos …

Otro ejemplo de esta tergiversación: Crossfit.

Este movimiento se apropió de un entrenamiento funcional que se volvió “disfuncional”. Recientemente, aquí en Brasil, un practicante de Crossfit que intentaba hacer el ejercicio de “Pistola” en una de esas cajas de madera, se cayó y tuvo una lesión en la médula espinal. Y ella, una mujer fuerte de 48 años, murió de complicaciones después de la cirugía …

Al transformar el entrenamiento de la agilidad y la fuerza en una competición deportiva y una forma de exhibicionismo, el papel deletéreo del ego se hizo evidente, contaminando incluso las actividades físicas útiles.

 

LECTOR: Oh, sí, me lo puedo imaginar. El pensamiento competitivo está presente en muchas cosas hoy.

 

PROFE. IMOTO: Y Chess and Go, excelentes disciplinas para el cerebro y sus procesos cognitivos, cuando se transformaron en deportes competitivos, causaron muchos problemas mentales en la mayoría de sus practicantes (Bobby Fisher fue solo el más famoso de ellos).

Como te dije, en el ámbito de los deportes de élite reina el superyó.

Por eso nos atraen tanto los deportes extremos. Estas actividades nutren el ego.

Ahora, atrévete a mencionar algo que debilita el ego, y descubrirás que el más valiente de los escaladores libres dará un paso atrás y se estremecerá.

Ésta es la diferencia entre el coraje intelectual y el coraje de entrenamiento condicionado. Al principio, incluso cuando se trata de hipótesis, un hombre o una mujer con honestidad intelectual se atreverá a experimentar y verificar por sí mismo la validez de tal teoría. Con el segundo, un hombre o una mujer desarrollará destreza física y mental con el entrenamiento adecuado y el talento natural, pero nunca se atreverá a dar un paso más allá del ego que está alimentando en cada sesión de entrenamiento. Bruce Lee fue un gran ejemplo de este último tipo. Bruce Lee fue un gran, y trágico, ejemplo de este último tipo.

 

LECTOR: Sí, creo que era una persona muy interesante.

 

PROFE. IMOTO: Sí, también fue seguidor de Jiddu Krishnamurti.

 

LECTOR: Oh, es interesante que muchos intelectuales también hayan escuchado a JK.

 

PROFE. IMOTO: Entonces, su “JKD” (“Jiddu Krishnamurti Do” – juego de palabras con “Jeet Kune Do” creado por el Sr. Lee).

Dejando a un lado las bromas, es asombroso cuánto puede arriesgar el ego el cuerpo para satisfacerse a sí mismo, pero casi totalmente incapaz de arriesgarlo para salvar el cuerpo.

COMPILACIÓN DE ACCIDENTES DE SKYDIVING

U.G. tenía razón en este sentido. Pero lo que nadie cuestiona es su rápido deterioro en los últimos años. Y porque eligió Prayopavesa, el suicidio en ayunas permitido por el hinduismo.

 

LECTOR: Fue demasiado lejos, pero aún así falló …

 

PROFE. IMOTO: Conozco gente corriente, mayor de 90 años, extremadamente lúcida y funcional, que todavía conduce y tiene una vida social, intelectual y sexual activa.

 

LECTOR: ¡Eso es impresionante!

 

PROFE. IMOTO: Y son fumadores.

 

LECTOR: Sí, es curioso que la gente de Mani en Tailandia también fume. Toda la tribu y empiezan desde pequeños, como niños. Sin cáncer de pulmón u otras enfermedades, ¡esto es genial, ja, ja!

 

PROFE. IMOTO: En el tema sexual, solo el ego previene los orgasmos múltiples en los hombres (de ahí las técnicas Tantra para sofocar el ego en el momento del orgasmo y facilitar este fenómeno que compartimos con las mujeres). En cuanto a los fumadores asiáticos, tienen más alvéolos pulmonares que los fumadores occidentales. Es una ventaja física, de la misma manera que la mayoría de los hombres y mujeres negros generalmente tienen fibras musculares más explosivas.

 

LECTOR: ¡Qué gracioso, no lo sabía!

 

PROFE. IMOTO: Imagina un orgasmo femenino sin ego …

De todos modos, más trágico que una vida corta, es una vida larga sin las experiencias sinestésicas contemplativas que podemos tener de segundo a segundo.

 

LECTOR: Si.

 

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CONTRAPORTADA

RECENT QUESTIONS FROM A EUROPEAN READER OF THE BOOK “THE SYNESTHETIC ART OF CONTEMPLATION”:

READER: I got one more question Luciano, what do you think about gaming? The whole gaming culture is growing, and it is totally on vogue to be a gamer these days. I also enjoy games but is it also possible to make a synesthetic experience out of playing computer games or other games like Go (Chinese Chess), Chess or so? I can imagine in real life it makes more sense since you can get in contact with an opponent you play against or use senses like touch when you play on a wooden board, etc.
I think the whole concept of “winning” in a game could be the product of the censor again trying to sustain on that matter too. If you compare games in tribal communities, they have a lot of games (at least as far as I know from the Mani people in Thailand), but they do not know the concept of winners/losers.

PROF. IMOTO: Even the act of holding a smartphone, typing on its virtual keyboard, seeing the pixels forming colors and words and creating the illusion of movement, each sensory experience of this simple vital gesture is pure synesthesia!
Even the original peoples have an ego. What differs is the animist culture that they share (that of today’s civilization is anthropocentric). The question of winning or losing does not matter if the objective is to acquire practical skills. I, for example, do not play video games because I do not see practicality for such “training”. On the other hand, I play Chess and Go as a form of fun and to exercise my memory without much pretension of becoming a superior player. The same applies to Contemplative Tai Chi.
“Homo Ludens” by Johan Huizinga could be useful here.

READER: Interesting, yes well, I enjoy card games like Poker or Magic: The Gathering since I also like it for fun. Also, Chess and Go are great games I can enjoy.
Yes, I got myself that book “Homo Ludens”.
Actually, I have some of the books you mention on the end of yours on my list to also read. Maybe I understand other things better then.

PROF. IMOTO: Huizinga’s native intelligence at most!
Of all the books that influenced me and helped me to synthesize the Synesthetic Art of Contemplation, “Homo Ludens” was paramount. Not that it was the most important (in this case Julian Jaynes’s is unsurpassed), but because it revealed the native intelligence prior to the emergence of the ego. Playing is the first way to control animal instincts.
But even the human act of playing the ego has appropriated itself by creating artificial competitions and hierarchies and promising profits and successes …
Another example of this misrepresentation: The Crossfit.
This movement appropriated functional training that became “dysfunctional”. Recently, here in Brazil, a Crossfit practitioner trying to do the “Pistol” exercise on one of those wooden boxes, fell and had a spinal cord injury. And she, a 48 years old strong woman, died of complications after surgery …
When they transformed the training of agility and strength into a sports competition and way of exhibitionism, the deleterious role of the ego was evident, even polluting useful physical activities.

READER: Oh yeah, I can imagine that. The competitive thinking is in so many things nowadays.

PROF. IMOTO: And Chess and Go, excellent disciplines for the brain and its cognitive processes, when turned into competitive sports, caused many mental problems in most of its practitioners (Bobby Fisher was only the most famous of them).
As I told you, in the realm of elite sports, the superego reigns.
That is why so much attraction to extreme sports. These activities nourish the ego.
Now, dare to mention something that weakens the ego, and you will see that the most courageous of free climbers will retreat and tremble.
This is the difference between intellectual courage and training conditioned courage. At first, even when dealing with hypothesis, a man or woman with intellectual honesty will dare to experiment and verify for him/herself the validity of such a theory. With the second, a man or woman will do physical and mental feats with proper training and natural talent, but they will never dare to take a step beyond the ego they are feeding at each training session. Bruce Lee was a great example of the latter type. Bruce Lee was a great – and tragic – example of the latter type.

READER: Yes, I think he was a really interesting person.

PROF. IMOTO: Yes, he was also a follower of Jiddu Krishnamurti.

READER: Oh, interesting so many intellectuals also listened to JK.

PROF. IMOTO: So, his “JKD” (“Jiddu Krishnamurti Do” – pun intended with the Jeet Kune Do created by Mr. Lee).
Jokes aside, it is amazing how much the ego can risk the body to satisfy itself but almost totally unable to risk itself to save the body.
SKYDIVING DEADLY ACCIDENT COMPILATION
U.G. was right in this regard. But what no one questions were his rapid deterioration in his later years. And why he opted for Prayopavesa, the suicide by fasting allowed by Hinduism.

READER: He got very far, but still failed …

PROF. IMOTO: I know ordinary people over 90 years old, extremely lucid, and functional, who still drive and have an active social, intellectual, and sexual life.

READER: That is impressive!

PROF. IMOTO: And they are smokers.

READER: Yeah, funny thing the Mani people in Thailand also smoke. The whole tribe and they start at a young age as kids. No lung cancer or other diseases, that is great ha-ha!

PROF. IMOTO: About the sexual theme, only the ego prevents multiple orgasms in men (hence the tantra techniques to stifle the ego at the time of orgasm and facilitate this phenomenon that we share with women). About the Asian smokers, they have more pulmonary alveoli than Westerns. It is a physical advantage the same way that most black men and women has more explosive muscle fibers.

READER: Oh funny, did not know that!

PROF. IMOTO: Imagine female orgasm without an ego …
Anyway, more tragic than a short life, it is a long life without the contemplative synesthetic experiences that we can have from second to second.

READER: Yes.

 

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