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Academia Imoto

PERGUNTAS RECENTES DE UM LEITOR EUROPEU DO LIVRO “A ARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO”:

LEITOR:Sempre tive sentimento de impotência quando estava deprimido e fazendo uma dieta ruim e provavelmente o corpo estava muito inflamado. Meu corpo não estava recebendo comida adequada e eu sempre voltava para o lado espiritual das artes marciais, meditação, coisas esotéricas e mais ocidentais de livros / vídeos de autoajuda que me fizeram ter um melhor desempenho no dia a dia, mas não por muito tempo. É por isso que também não fiquei muito contente com as ideias de Jordan Peterson [www.facebook.com/ProfessorImoto]. Senti que tentei de tudo até agora e que os métodos dele são novamente a mesma coisa que nunca funcionou.

Agora estou fazendo uma dieta melhor e apreciando mais o processo de cozinhar. Eu também uso minhas mãos para comer e não uso garfo ou faca com frequência, pois acho que comer a comida com as mãos vazias também pode ajudar a alcançar as coisas que você menciona em A ARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO porque é tato, cheiro, gosto etc. é uma experiência completa.

Também tenho a sensação de que o sentido do tato se perdeu totalmente em nossa sociedade, uma vez que todos estão comendo alimentos processados ​​que foram apenas preparados no micro-ondas e já sem nutrientes. Portanto, o alimento processado em si não tem valor nutricional para o corpo humano.

O que você acha a propósito? Quero me concentrar mais no método apresentado por você no livro AARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO e gostaria de começar um blog sobre minha jornada por seu método e pensei em falar sobre isso regularmente (talvez um podcast). Pode ser uma ótima maneira de me conectar com outras pessoas que desejam trabalhar com os métodos do seu livro e talvez ajudar a responder a perguntas ou apenas falar sobre o processo.”

Prof. Imoto: É interessante que você esteja me dizendo que está cozinhando sua própria comida e usando as mãos em vez de garfos e facas. Essas são algumas das dicas sensoriais que apresentarei em breve em um novo manual de um projeto alimentar que venho desenvolvendo. Talvez porque você esteja lendo A ARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO há uns dois meses. Certos conceitos estão começando a se revelar naturalmente.

Quanto à sua iniciativa de promover este método de SINESTESIA CONTEMPLATIVA testando e apresentando a hipótese e teoria do meu livro no seu idioma, é de sua inteira responsabilidade, e uma grande iniciativa implementar essas mudanças, por isso continuarei disponível para ajudá-lo. O método de A ARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO está atualmente apoiado em dois pontos: TAI CHI CONTEMPLATIVO e o JOGO DAS 8 PALAVRAS-CHAVE. Em breve estará em um tripé, com a adição de um PROJETO ALIMENTAR inédito a ser publicado em um pequeno manual de bolso.

Com essas três ferramentas, não vejo mais a necessidade de escrever novos livros. Bastará complementá-los e revisá-los futuramente conforme a necessidade, sempre visando facilitar a leitura e o entendimento. Talvez uma próxima edição juntando os dois livros em um… Enfim, o importante é a prática do leitor genuinamente interessado em se livrar do ego sem ascender ao Superego (ou regredir ao transe bicameral). Como já avisei, é um trabalho apenas para quem tem coração e cérebro fortes.

Por isso, saiba que seu depoimento e experimentos só atrairão a atenção de pessoas com esse perfil. Os demais continuarão a insistir nos caminhos espiritualistas e pseudomaterialistas disponíveis. Como uma leitora me respondeu recentemente: “Este material é apenas uma gota no balde de conhecimento da sabedoria antiga que eu pesquiso...” Tudo o que posso fazer nesses casos é desejar-lhe boa sorte e seguir em frente. E talvez ela realmente acredite que o que está fazendo está funcionando. Mas na SINESTESIA CONTEMPLATIVA, o efeito placebo (ou nocebo) não ocorre porque não há ego para criar efeitos colaterais psicossomáticos.

A vida é muito curta para debater o que só pode ser experienciado.

LEITOR: “Sim, provavelmente também é porque estudei seu livro que algumas ideias me vêm à mente ou simplesmente entro cada vez mais no assunto. Mas uma ótima notícia que você também colocou algumas dessas coisas em seu novo livro!

A parte complicada é evitar a transição para um superego, eu acho.”

— Prof. Imoto: Mas somente se o leitor não compreender o MÉTODO CIENTÍFICO RACIONAL. Sem ele, mesmo os mais inteligentes correm o risco de cair em algum estado alterado de consciência e desenvolver um Superego.

LEITOR: “Você acha que certas coisas como experiências de vidas passadas ou terapia onde você dissolve o velho carma energético de sua família, por exemplo, também faz parte de um placebo? Meu antigo professor de artes marciais me disse que eu deveria consultar a mãe dele, que estava fazendo psicoterapia em um nível energético. Fiz algumas sessões com ela e me senti liberado depois de algum tempo. Ela me disse que eu tenho uma linha negra na história da minha família e até mesmo um grande rancor familiar que me impede de viver meu potencial. Nessa sessão senti um grande alívio e me senti melhor ao sair. Agora tenho a sensação de que foi apenas um placebo. Você tem alguma experiência com esses tópicos? No seu livro, você diz que é principalmente paliativo e acho que no final as pessoas vão se sentir mal novamente depois que a onda ‘positiva’ passar…”

— Prof. Imoto: Sobre esses exemplos de “Sabedoria Antiga Ancestral” que mencionou …

As terapias de vidas passadas e as terapias de vidas atuais são, como o nome indica, tratamentos. Ou seja, elas tratam (e às vezes até simulam uma “cura”) os sintomas de problemas causados ​​pelo ego (incluindo aqueles que herdamos de nossos parentes e antepassados distantes). Mas esses terapeutas não ousam tocar no censor, no ego. Eles são egos que se consideram liberados e ajustados tratando egos querendo se ajustar …

Se o indivíduo, para se ajustar à sociedade, depende de tratamento terapêutico, seja ele qual for, isso significa apenas que tais tratamentos falharam e continuarão a falhar. Essa mentalidade de insistir em repetir os mesmos programas antigos é apontada com maestria pelo autor Daniel Quinn em seu livro “ALÉM DA CIVILIZAÇÃO”.

Na SINESTESIA CONTEMPLATIVA, em vez da psicoterapia, é PSICOMAQUIA: descarte esse ego e toda aquela carga genética e cultural será deletada no mesmo pacote. Este é o extremo da ousadia e nenhum terapeuta ganharia dinheiro vendendo uma solução tão clara e direta.

E desde Sigmund Freud, e mais tarde Julian Jaynes, os psicoterapeutas não têm desculpa para não apontar o ego como a maior ameaça à vida individual e coletiva.

LEITOR: “Boa observação. Quando recapitulo tenho que admitir que no final de todo o tratamento me senti aliviado por um tempo, mas ainda tinha a sensação de desesperança como antes. Deu continuidade ao ego, mas recebi novas perguntas e, portanto, novos problemas surgiram.”

— Prof. Imoto: Observe que durante uma Experiência Sinestésica Contemplativa não há dúvida existencial ou medo irracional. Nesse estado em que o corpo está temporariamente livre do ego, a inteligência nativa tem a oportunidade de agir e resolver problemas práticos relacionados ao abrigo seguro e aos alimentos comestíveis. E o corpo, ao contrário do que afirmava UG Krishnamurti, não se preocupa apenas em sobreviver e procriar, mas em manter sua homeostase / alostase. Sexo recreativo e conforto com segurança material são frutos da inteligência nativa, não do ego. Quando você entende isso, todo medo de perder algo importante se desfaz. Com o abandono gradual do ego, o corpo ganha mais do que perde. Afinal, o que realmente mais queremos: passar nossas vidas lutando por bens materiais e prazeres efêmeros ou por uma vida materialmente sustentável do berço ao túmulo?

O trabalho do antropólogo Marshall Sahlins (“THE STONE AGE ECONOMICS”, 1972) demoliu a crença de que essa civilização é afluente. Sem depender de um ego, teremos o que os homens e mulheres nas tribos tiveram por mais de 200.000 anos: segurança e liberdade juntos. Mas desta vez seremos primais em vez de primitivos.

Costumo dizer que o corpo (e a mente) estão literalmente “cheios de merda”. Eu explico. A hiperfagia, o aumento anormal do apetite ou ingestão excessiva de alimentos, e seu oposto, a anorexia, são condições típicas do ego e não do corpo. O corpo não precisa de tanta comida para sobreviver e prosperar, mas do suficiente para satisfazer suas necessidades fisiológicas/metabólicas e conservar o calor e mobilidade. Apenas o ego está constantemente faminto por ideias e comida (não é por acaso que os nativos americanos o chamam este insaciável canibal autofágico de Wetiko / Wendigo).

Portanto, foi fundamental abordar esse aspecto e por isso o próximo livro irá complementar A ARTE SINESTÉSICA DA CONTEMPLAÇÃO. Por se tratar de um assunto completo (e complexo), não seria possível adicionar essas informações como um capítulo extra ou um Adendo, e esse assunto mereceu um manual à parte.

LEITOR: “Vejo que faz sentido! Então você considera o jejum algo natural? Porque nossos ancestrais parecem não ter tido sucesso em todas as caçadas. Então, eles foram forçados a jejuar e comer menos, ao contrário de hoje, onde todos comem por tédio ou depressão etc.”

— Prof. Imoto: Jejuar é uma palavra moderna herdada das religiões. Pergunte a um bosquímano ou aborígene se ele está em jejum após acompanhá-lo por dois ou três dias sem comer. Ele dirá que não está com fome porque já comeu o suficiente há dois ou três dias. E o ego frequentemente faz com que o corpo confunda sede com fome. Observe que assim que o alimento deixou o estômago e desceu para o intestino, e mesmo que ainda não tenha sido excretado, em teoria era para o corpo imediatamente começar a ficar com fome e ansioso para encher o estômago de novo e de novo …, mas, isso não acontece normalmente em um corpo saudável (cujo hipotálamo e outras regiões cerebrais e glândulas estejam em ordem). Só ocorre quando há um problema psicológico associado, como ansiedade, estresse, medo irracional, a busca pelo prazer constante etc. De qualquer forma, apenas o ego está com o mal-estar do faminto crônico e dos viciados sempre em busca do próximo alívio temporário para sua angústia sem fim. O ego sente fome. O corpo, satisfação/saciedade. São sensações diametralmente opostas.

O senso de tempo foi distorcido. Por que precisamos comer várias vezes ao dia, em determinados horários, um dia atrás do outro e a semana inteira?

LEITOR: “É verdade, mas eu só tive a sensação de saciedade quando estou em uma dieta carnívora ou, pelo menos, principalmente cetogênica, porque acho que os carboidratos me deixam com mais fome. Quando eu como muita carne gordurosa meu corpo tem energia suficiente para os próximos dias sem nem mesmo uma leve sensação de fome.

Frequentemente, também preciso apenas de uma refeição por dia.

E eu realmente prospero com gordura animal. Deve ser porque éramos caçadores na maior parte do tempo.”

— Prof. Imoto:  O corpo não precisa nem mesmo de tanta carne. Nem precisa da quantidade e variedade de carboidratos (principalmente grãos) com os quais o ego está acostumado / condicionado.

LEITOR: “Sim, os grãos também podem ser um problema para o corpo.”

— Prof. Imoto:  Aliás, em meu novo livro a ser lançado, o projeto alimentar que vou apresentar é basicamente uma versão racional da dieta carnívora. Mas sem todo o sensacionalismo ao seu redor. Mesmo seguindo uma dieta carnívora ou cetogênica, mas ao mesmo tempo sustentando um ego, você continuará infeliz com uma saúde melhor.

LEITOR: “Sim, acho que o sensacionalismo promocional deles mostra novamente como funciona o censor. Muitos dos influenciadores nessas comunidades de dieta carnívora são superegos.”

— Prof. Imoto: Na mosca!

 

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Contracapa

PREGUNTAS RECIENTES DE UN LECTOR EUROPEO DEL LIBRO “EL ARTE SINESTÉSICO DE LA CONTEMPLACIÓN”:

LECTOR: “Siempre me sentí impotente cuando estaba deprimido y con una mala dieta y probablemente el cuerpo estaba muy inflamado. Mi cuerpo no estaba recibiendo la comida adecuada y siempre volví al lado espiritual de las artes marciales, la meditación, lo esotérico y más cosas occidentales de los libros / videos de autoayuda que me hicieron desempeñarme mejor a diario, pero no por mucho tiempo. Por eso tampoco estaba muy contento con las ideas de Jordan Peterson [www.facebook.com/ProfessorImoto]. Sentí que lo intenté todo hasta ahora y que sus métodos son nuevamente lo mismo que nunca funcionó.

Ahora estoy comiendo una dieta mejor y disfrutando más el proceso de cocción. También uso mis manos para comer y no uso un tenedor o cuchillo a menudo, ya que creo que comer alimentos con las manos vacías también puede ayudar a lograr las cosas que mencionas en EL ARTE SINESTÉSICO DE LA CONTEMPLACIÓN porque es el tacto, el olfato, el gusto, etc. es una experiencia completa.

También tengo la sensación de que el sentido del tacto se ha perdido totalmente en nuestra sociedad, ya que todo el mundo está comiendo alimentos procesados ​​que solo se prepararon en el microondas y ya sin nutrientes. Por lo tanto, el alimento procesado en sí mismo no tiene valor nutricional para el cuerpo humano.

¿Qué piensas sobre esto? Quiero centrarme más en el método presentado por usted en el libro EL ARTE SINESTÉSICO DE CONTEMPLACIÓN y me gustaría comenzar un blog sobre mi viaje a través de su método y pensé en hablar de él con regularidad (tal vez un podcast). Puede ser una excelente manera de conectarse con otras personas que quieran trabajar con los métodos de su libro y tal vez ayudar a responder preguntas o simplemente hablar sobre el proceso”.

— Prof. Imoto: Es interesante que me esté diciendo que está cocinando su propia comida y usando sus manos en lugar de tenedores y cuchillos. Estos son algunos de los consejos sensoriales que presentaré en breve en un nuevo manual para un proyecto de alimentación que vengo desarrollando. Quizás porque has estado leyendo EL ARTE SINESTÉSICO DE LA CONTEMPLACIÓN durante un par de meses. Ciertos conceptos comienzan a desarrollarse de forma natural.

En cuanto a tu iniciativa de promover este método de SINESTESIA CONTEMPLATIVA probando y presentando la hipótesis y teoría de mi libro en tu idioma, es de tu entera responsabilidad, y una gran iniciativa implementar estos cambios, por lo que estaré disponible para ayudarte. El método del ARTE SINESTÉSICO DE LA CONTEMPLACIÓN se sustenta actualmente en dos puntos: el TAI CHI CONTEMPLATIVO y el JUEGO DE LAS 8 PALABRAS CLAVE. Pronto estará en un trípode, con la adición de un PROYECTO DE ALIMENTOS sin precedentes que se publicará en un pequeño manual de bolsillo.

Con estas tres herramientas, ya no veo la necesidad de escribir libros nuevos. Bastará con complementarlos y revisarlos en el futuro según sea necesario, siempre con el objetivo de facilitar la lectura y la comprensión. Quizás una próxima edición reuniendo los dos libros en uno … De todos modos, lo importante es la práctica del lector genuinamente interesado en deshacerse del ego sin ascender al Superyó (o retroceder al trance bicameral). Como ya advertí, es un trabajo solo para quienes tienen un corazón y un cerebro fuertes.

Entonces, sepa que su testimonio y experimentos solo atraerán la atención de personas con este perfil. El resto seguirá insistiendo en los caminos espiritualistas y pseudomaterialistas disponibles. Como respondió recientemente un lector: “Este material es sólo una gota en el cubo de conocimiento de la sabiduría antigua que investigo …” Todo lo que puedo hacer en estos casos es desearle suerte y seguir adelante. Y tal vez ella realmente crea que lo que está haciendo está funcionando. Pero en la SINESTESIA CONTEMPLATIVA, el efecto placebo (o nocebo) no ocurre porque no hay ego para crear efectos secundarios psicosomáticos.

La vida es demasiado corta para debatir lo que solo se puede experimentar.

LECTOR: “Sí, probablemente también sea porque estudié su libro que algunas ideas me vienen a la mente o simplemente me meto más y más en el tema. ¡Pero es una gran noticia que también haya incluido algunas de estas cosas en su nuevo libro!

Creo que la parte complicada es evitar la transición a un superyó”.

— Prof. Imoto: Pero solo si el lector no comprende el MÉTODO CIENTÍFICO RACIONAL. Sin él, incluso los más inteligentes corren el riesgo de caer en algún estado alterado de conciencia y desarrollar un superyó.

LECTOR: “¿Piensas que ciertas cosas como las experiencias de vidas pasadas o la terapia en la que disuelves el viejo karma de energía de tu familia, por ejemplo, también son parte de un placebo? Mi ex profesor de artes marciales me dijo que debería consultar con su madre, que estaba haciendo psicoterapia a un nivel energético. Hice algunas sesiones con ella y me sentí liberado al cabo de un tiempo. Me dijo que tengo una línea negra en la historia de mi familia e incluso un gran rencor familiar que me impide vivir mi potencial. En esa sesión sentí un gran alivio y me sentí mejor cuando me fui. Ahora tengo la sensación de que fue solo un placebo. ¿Tiene alguna experiencia con estos temas? En tu libro, dices que es principalmente paliativo y creo que al final la gente se sentirá mal de nuevo después de que pase la ola ‘positiva’ …”

— Prof. Imoto: Acerca de estos ejemplos de “Sabiduría Ancestral” que mencionaste …

Las terapias de vidas pasadas y las terapias de vidas actuales son, como su nombre lo indica, tratamientos. Es decir, tratan (y en ocasiones incluso simulan una “cura”) los síntomas de los problemas provocados por el ego (incluidos los que heredamos de nuestros antepasados). Pero estos terapeutas no se atreven a tocar al censor, el ego. Son egos que se consideran liberados y ajustados al tratar a los egos que quieren ajustarse …

Si el individuo, para adaptarse a la sociedad, depende del tratamiento terapéutico, sea el que sea, simplemente significa que dichos tratamientos han fracasado y seguirán fracasando. Esta mentalidad de insistir en repetir los mismos viejos programas es señalada con maestría por el autor Daniel Quinn en su libro “BEYOND CIVILIZATION”.

En SINESTESIA CONTEMPLATIVA, en lugar de psicoterapia, es PSICOMAQUIA: descarte ese ego y toda esa carga genética y cultural se borrará en un mismo paquete. Este es el extremo de la audacia y ningún terapeuta ganaría dinero vendiendo una solución tan clara y directa.

Y desde Sigmund Freud, y más tarde Julian Jaynes, los psicoterapeutas no tienen excusa para no señalar al ego como la mayor amenaza para la vida individual y colectiva.

LECTOR: “Buena observación. Cuando vuelvo a recapitular, tengo que admitir que al final de todo el tratamiento me sentí aliviado por un tiempo, pero todavía tenía la sensación de desesperanza como antes. Continuó el ego, pero recibí nuevas preguntas y, por lo tanto, surgieron nuevos problemas ”.

— Prof. Imoto: Tenga en cuenta que durante una Experiencia Sinestésica Contemplativa no hay duda existencial o miedo irracional. En este estado en el que el cuerpo está temporalmente libre del ego, la inteligencia nativa tiene la oportunidad de actuar y resolver problemas prácticos relacionados con un refugio seguro y alimentos comestibles. Y el cuerpo, contrariamente a lo que dijo UG Krishnamurti, no solo se preocupa por sobrevivir y procrear, sino también por mantener su homeostasis / alostasis. El sexo recreativo y la comodidad con seguridad material son el fruto de la inteligencia nativa, no del ego. Cuando comprendes esto, todo miedo a perder algo importante desaparece. Con el abandono gradual del ego, el cuerpo gana más de lo que pierde. Después de todo, ¿qué es lo que más queremos realmente: pasar la vida luchando por los bienes materiales y los placeres efímeros o por una vida materialmente sostenible desde la cuna hasta la tumba?

El trabajo del antropólogo Marshall Sahlins (“THE STONE AGE ECONOMICS”, 1972) demolió la creencia de que esta civilización es próspera. Sin ego, tendremos lo que los hombres y mujeres de las tribus han tenido durante más de 200.000 años: seguridad y libertad juntos. Pero esta vez seremos primals en lugar de primitivos.

A menudo digo que el cuerpo (y la mente) están literalmente “llenos de mierda”. Yo explico. La hiperfagia, el aumento anormal del apetito o la ingesta excesiva de alimentos y su opuesto, la anorexia, son condiciones típica del ego y no del cuerpo. El cuerpo no necesita tanta comida para sobrevivir y prosperar, pero lo suficiente para satisfacer sus necesidades fisiológicas / metabólicas y conservar el calor y la movilidad. Solo el ego está constantemente hambriento de ideas y comida (no es casualidad que los nativos americanos lo llamen Wetiko / Wendigo, el caníbal autofágico).

Por tanto, era fundamental abordar este aspecto y por eso el próximo libro complementará EL ARTE SINESTÉSICO DE LA CONTEMPLACIÓN. Al tratarse de un tema completo (y complejo), no sería posible agregar esta información como un capítulo adicional o Addendum, y ese tema merecía un manual aparte.

LECTOR: “¡Veo que tiene sentido! Entonces, ¿consideras que el ayuno es algo natural? Porque nuestros antepasados ​​no parecen haber tenido éxito en todas las cacerías. Entonces, se vieron obligados a ayunar y comer menos, a diferencia de hoy, donde todos comen por aburrimiento o depresión, etc.”

— Prof. Imoto: El ayuno es una palabra moderna heredado de las religiones. Pregúntele a un bosquimano o aborigen si está ayunando después de estar con él durante dos o tres días sin comer. Dirá que no tiene hambre porque ha comido lo suficiente hace dos o tres días. Y el ego a menudo hace que el cuerpo confunda la sed con el hambre. Tenga en cuenta que tan pronto como la comida salió del estómago y fue al intestino, y aunque aún no se ha excretado, en teoría se suponía que el cuerpo comenzaría a tener hambre y ganas de llenar el estómago una y otra vez …, pero, esto normalmente no sucede en un cuerpo sano (cuyo hipotálamo y otras regiones y glándulas del cerebro están en orden). Solo se da cuando hay un problema psicológico asociado, como ansiedad, estrés, miedo irracional, búsqueda del placer constante, etc. De todos modos, sólo el ego tiene el malestar del hambriento crónico y el adicto siempre en busca del próximo alivio para su angustia. El ego tiene hambre. El cuerpo, satisfacción/saciedad. Son sensaciones diametralmente opuestas.

El sentido del tiempo se ha distorsionado. ¿Por qué necesitamos comer varias veces al día, a determinadas horas, un día tras otro y toda la semana?

LECTOR: “Es cierto, pero solo tuve sensación de saciedad cuando estoy en una dieta carnívora o, al menos, principalmente cetogénica, porque creo que los carbohidratos me dan más hambre. Cuando como mucha carne grasa, mi cuerpo tiene suficiente energía para los próximos días sin ni siquiera una ligera sensación de hambre.

A menudo, también necesito solo una comida al día.

Y me encanta la grasa animal. Debe ser porque fuimos cazadores la mayor parte del tiempo”.

— Prof. Imoto: El cuerpo ni siquiera necesita tanta carne. Tampoco necesita la cantidad y variedad de carbohidratos (principalmente granos) a los que el ego está acostumbrado / condicionado.

LECTOR: “Sí, los granos también pueden ser un problema para el cuerpo”.

— Prof. Imoto: De hecho, en mi nuevo libro que se publicará, el proyecto de alimentación que voy a presentar es básicamente una versión racional de la dieta carnívora. Pero sin todo el sensacionalismo que te rodea. Incluso si sigue una dieta carnívora o cetogénico, pero al mismo tiempo mantiene un ego, seguirá siendo infeliz con una mejor salud.

LECTOR: “Sí, creo que su sensacionalismo promocional muestra nuevamente cómo funciona la censura. Muchos de los influencers en estas comunidades de dietas carnívoras son superyó “.

— Prof. Imoto: ¡Sobre la marcha!

 

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(La versión en español con prólogo del físico Monk E. Mind)

CONTRAPORTADA

RECENT QUESTIONS FROM A EUROPEAN READER OF THE BOOK “THE SYNESTHETIC ART OF CONTEMPLATION”:

READER: “I always felt helpless when I was depressed and on a bad diet and probably the body was very inflamed. My body was not getting adequate food and I always went back to the spiritual side of martial arts, meditation, esoteric things and more Western self-help books / videos that made me perform better on a daily basis, but not for long. That’s why I wasn’t too happy with Jordan Peterson’s ideas either [www.facebook.com/ProfessorImoto]. I felt that I tried everything so far and that his methods are again the same thing that never worked.

I am now eating a better diet and enjoying the cooking process more. I also use my hands to eat and I don’t use a fork or knife often, as I think eating food with empty hands can also help achieve the things you mention in THE SYNESTHETIC ART OF CONTEMPLATION because it is touch, smell, taste etc. . it is a complete experience.

I also have the feeling that the sense of touch has been totally lost in our society, since everyone is eating processed foods that were only prepared in the microwave and already without nutrients. Therefore, the processed food itself has no nutritional value for the human body.

What do you think about this? I want to focus more on the method presented by you in the book THE SYNESTHETIC ARTE OF CONTEMPLATION and I would like to start a blog about my journey through your method and I thought about talking about it regularly (maybe a podcast). It can be a great way to connect with others who want to work with the methods in your book and maybe help answer questions or just talk about the process.”

— Prof. Imoto: It is interesting that you are telling me that you are cooking your own food and using your hands instead of forks and knives. These are some of the sensory tips that I will present shortly in a new manual for a food project that I have been developing. Perhaps because you have been reading THE SYNESTHETIC ART OF CONTEMPLATION for a couple of months. Certain concepts are beginning to unfold naturally.

As for your initiative to promote this method of CONTEMPLATIVE SYNESTHESIA testing and presenting the hypothesis and theory of my book in your language, it is your entire responsibility, and a great initiative to implement these changes, so I will remain available to help you. THE SYNESTHETIC ART OF CONTEMPLATION method is currently supported by two points: CONTEMPLATIVE TAI CHI and the 8 KEYWORDS GAME. Soon it will be on a tripod, with the addition of an unprecedented FOOD PROJECT to be published in a small pocket manual.

With these three tools, I no longer see the need to write new books. It will be enough to complement and revise them in the future as needed, always aiming to facilitate reading and understanding. Perhaps a next edition bringing the two books together into one … Anyway, the important thing is the practice of the reader genuinely interested in getting rid of the ego without ascending to the Superego (or regressing to the bicameral trance). As I already warned, it is a job only for those who have a strong heart and brain.

So, know that your testimony and experiments will only attract the attention of people with this profile. The rest will continue to insist on the available spiritualist and pseudomaterialist paths. As a reader recently answered me: “This material is just a drop in the bucket of knowledge of ancient wisdom that I research …” All I can do in these cases is to wish her luck and move on. And maybe she really believes that what she is doing is working. But in CONTEMPLATIVE SYNESTHESIA, the placebo (or nocebo) effect does not occur because there is no ego to create psychosomatic side effects.

Life is too short to debate what can only be experienced.

READER: “Yes, it’s probably also because I studied your book that some ideas come to mind or I just get more and more into the subject. But great news that you have also put some of these things in your new book!

The tricky part is avoiding the transition to a superego, I think.”

— Prof. Imoto: But only if the reader does not understand the RATIONAL SCIENTIFIC METHOD. Without it, even the most intelligent ones are at risk of falling into some altered state of consciousness and developing a Superego.

READER: “Do you think that certain things like past life experiences or therapy where you dissolve your family’s old energy karma, for example, are also part of a placebo? My former martial arts teacher told me that I should consult with his mother, who was doing psychotherapy on an energetic level. I did a few sessions with her and I felt liberated after a while. She told me that I have a black line in my family’s history and even a great family grudge that keeps me from living my potential. In that session I felt great relief and I felt better when I left. Now I have a feeling it was just a placebo. Do you have any experience with these topics? In your book, you say that it is mostly palliative and I think that in the end people will feel bad again after the ‘positive’ wave has passed …”

— Prof. Imoto: About these examples of “Ancient Ancestral Wisdom” that you mentioned …

Past life therapies and current life therapies are, as the name implies, treatments. That is, they treat (and sometimes even simulate a “cure”) the symptoms of problems caused by the ego (including those we inherited from our ancestors). But these therapists do not dare to touch the censor, the ego. They are egos that consider themselves liberated and adjusted by treating egos wanting to adjust …

If the individual, to adjust to society, depends on therapeutic treatment, whatever it may be, it just means that such treatments have failed and will continue to fail. This mentality of insisting on repeating the same old programs is pointed out with mastery by the author Daniel Quinn in his book “BEYOND CIVILIZATION”.

In CONTEMPLATIVE SYNESTHESIA, instead of psychotherapy, it is PSYCHOMACHIA: discard that ego and all that genetic and cultural burden will be deleted in the same package. This is the extreme of boldness and no therapist would make money selling such a clear and straightforward solution.

And since Sigmund Freud, and later Julian Jaynes, psychotherapists have no excuse for not pointing out the ego as the greatest threat to individual and collective life.

READER: “Good observation. When I recap I have to admit that at the end of all the treatment I felt relieved for a while, but I still had the feeling of hopelessness as before. It continued the ego, but I received new questions and, therefore, new problems arose.”

— Prof. Imoto: Note that during a Contemplative Synesthetic Experience there is no existential doubt or irrational fear. In this state in which the body is temporarily free from the ego, native intelligence has the opportunity to act and solve practical problems related to safe shelter and edible food. And the body, contrary to what U.G. Krishnamurti stated, is not only concerned with surviving and procreating, but maintaining its homeostasis / allostasis. Recreational sex and comfort with material security are the fruit of native intelligence, not ego. When you understand that, all fear of losing something important goes away. With the gradual abandonment of the ego, the body gains more than it loses. After all, what do we really want most: to spend our lives fighting for material goods and ephemeral pleasures or for a materially sustainable life from the cradle to the grave?

The work of anthropologist Marshall Sahlins (“THE STONE AGE ECONOMICS”, 1972) demolished the belief that this civilization is affluent. Without an ego, we will have what men and women in the tribes have had for more than 200,000 years: security and freedom together. But this time we will be primals instead of primitives.

I often say that the body (and the mind) are literally “full of shit”. I explain. Hyperphagia, abnormal increase in appetite or excessive food intake, and its opposite, anorexia, are a typical condition of the ego and not of the body. The body does not need as much food to survive and thrive, but enough to satisfy its physiological / metabolic needs and conserve heat and mobility. Only the ego is constantly hungry for ideas and food (it is no accident that Native Americans call it Wetiko / Wendigo, an autophagic cannibal).

Therefore, it was essential to address this aspect and that is why the next book will complement THE SYNESTHETIC ART OF CONTEMPLATION. As it is a complete (and complex) subject, it would not be possible to add this information as an extra chapter or Addendum, and that subject deserved a separate manual.

READER: “I see it makes sense! So do you consider fasting something natural? Because our ancestors do not seem to have been successful in all hunts. So, they were forced to fast and eat less, unlike today, where everyone eats out of boredom or depression etc.”

— Prof. Imoto: Fasting is a modern word inherited from religions. Ask a bushman or aborigine if he is fasting after having accompanied him for two or three days without eating. He will say that he is not hungry because he has eaten enough two or three days ago. And the ego often causes the body to mistake thirst for hunger. Note that as soon as the food left the stomach and went to the intestine, and even though it has not yet been excreted, in theory it was for the body to start getting hungry and eager to fill the stomach again and again …, but, this does not normally happen in a healthy body (whose hypothalamus and other brain regions and glands are in order). It only occurs when there is an associated psychological problem, such as anxiety, stress, irrational fear, the search for constant pleasure, etc. In any case, only the ego has the malaise of the chronic hungry and the addictions always in search of the next relief for their endless anguish. The ego is hungry. The body, satisfaction/satiety. They are diametrically opposed sensations.

The sense of time has been distorted. Why do we need to eat several times a day, at certain times, one day after another and the whole week?

READER: “It is true, but I only had a feeling of satiety when I am on a carnivorous diet or, at least, mainly ketogenic, because I think that carbohydrates make me more hungry. When I eat a lot of fatty meat my body has enough energy for the next few days without even a slight feeling of hunger.

Often, I also only need one meal a day.

And I really thrive on animal fat. It must be because we were hunters most of the time.”

— Prof. Imoto: The body doesn’t even need that much meat. Nor does it need the amount and variety of carbohydrates (mainly grains) that the ego is used to / conditioned with.

READER: “Yes, grains can also be a problem for the body.”

— Prof. Imoto: In fact, in my new book to be released, the food project that I am going to present is basically a rational version of the carnivorous diet. But without all the hype around it. Even if you follow a carnivorous or ketogenic diet, but at the same time supporting an ego, you will remain unhappy with better health.

READER: “Yes, I think their hype shows again how the censor works. Many of the influencers in these carnivorous diet communities are superego.”

— Prof. Imoto: Bullseye!

 

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